Quando sou pobre...

Comportamento...
Como saber se tenho um espírito pobre? Quando me contento com o mínimo.
Vou descrever abaixo algumas características da pessoa que, mesmo pensando ser rica, está vivendo como uma mendiga.
O pobre de espírito:
Investe no que é passageiro.
Só se desenvolve quando as circunstâncias estão a seu favor.
Busca estar com uma posição “garantida”, ou ter sucesso na sociedade, para ser “respeitado” pelo que os demais veem e não pelo que é.
Quer comprar as pessoas pela sua “falsidade”.
Mendiga a aceitação das pessoas.
Depende das coisas físicas para ter apenas uma felicidade temporária.
Depende de que algum familiar “mude” para continuar com sua vida, é um verdadeiro escravo! Precisa do familiar para estabilizar a sua alegria.
Por ser dependente de algo externo, fica amarrado a isso. Não é livre.
Faz questão das coisas, por exemplo, do troco da padaria, das “miniaturas” do hotel...
Precisa do dinheiro para ser feliz. Precisa de algum humano para trazer segurança.
É ansioso, porque tem medo de perder.
Depende do elogio dos demais, porque é inseguro de si mesmo.
É mentiroso. Engana. Ilude, porque precisa viver de aparências.
Inveja os que os outros têm.
É ansioso em casar-se, mesmo que existam várias contradições quando ao caráter do outro.
Usa o sentimento como uma forma de ter sucesso (quer agradar a todos – beijinhos, presentes, falsos elogios...).
Tem que ler muito a Bíblia para que “ALGO” chame a sua atenção.
Precisa identificar-se com um título e ser respeitado pela posição que ocupa, e se ofende quando não é reconhecido com o devido tratamento que “merece” (como ser chamado de Sr., Sra., Dr. etc.).
Não aceita perder (jogo, posição), vê tudo como injustiça.
Busca uma pessoa com a mesma capacidade dela, ou mais “esperta”, para sair ganhando (não é capaz de enfrentar sozinha, o que ela sente-se incapaz de fazer).
Insiste e tenta convencer os demais acerca de suas ideias.
Esconde-se por detrás do que faz. Precisa mostrar serviço, falar, várias vezes, quão coitado ele é (trabalha muito, aguenta muita coisa dentro de casa, tem de suportar o patrão, sofre injustiça…)
Prefere quantidade a qualidade (ama as promoções, saldos etc.).
E a lista vai por aí a fora!
E você aceita continuar sendo pobre?
Minha amiga leitora, preste bastante atenção.
Para você ser rica, tem que ser primeiro dentro de você.
É isso o que faz você ser independente, não no saber tudo, mas na sua fé.
Na fé,
Comportamento...
A montanha, a caverna e a torre...
Comparando para si...Sei que o título deste post pode parecer mais uma sequências das Crônicas de Nárnia, mas não é.
Aconteceu com Israel e segue acontecendo nos nossos dias:
“… fizeram os filhos de Israel para si as covas que estão nos montes, as cavernas e as fortalezas.” Juízes 6:2
Quem fez para os israelitas covas para viver? Eles mesmos! Uéh, mas cova não é para quem está morto?
Sim, e eles estavam como mortos, porque deixaram de crer. Perderam a fé, e preferir “criar para si” covas no lugar de criar uma estratégia de Guerra para enfrentar seus inimigos. Covardia.
Sim, e eles estavam como mortos, porque deixaram de crer. Perderam a fé, e preferir “criar para si” covas no lugar de criar uma estratégia de Guerra para enfrentar seus inimigos. Covardia.
E quantas vezes fiz isso: fugir ou buscar a solução mais fácil.
E veja que existem diferentes “níveis”, ou classes de covas:
Podemos nos enterrar nas montanhas, no lugar mais alto. Mas a montanha sempre me foi apresentada como lugar de sacrifício….E agora, virou lugar de me esconder? Sim, eu posso também me esconder na montanha=altar, quando “participo” de uma campanha para cumprir com um papel religioso, não para sacrificar. Para amenizar minha consciência e quando os inimigos=problemas me atacarem dizer para todos, “mas eu sacrifiquei”.
Podemos nos enterrar nas montanhas, no lugar mais alto. Mas a montanha sempre me foi apresentada como lugar de sacrifício….E agora, virou lugar de me esconder? Sim, eu posso também me esconder na montanha=altar, quando “participo” de uma campanha para cumprir com um papel religioso, não para sacrificar. Para amenizar minha consciência e quando os inimigos=problemas me atacarem dizer para todos, “mas eu sacrifiquei”.
Também posso ir pra caverna e manter em anonimato meus problemas. Para quem escolhe a escuridão, é mais fácil não ser sincera e manter uma aparência de que tudo está bem. Mas no frio e escuro buraco negro, no vazio que vai dominando o interior, vai conviver também com os animais peçonhentos que habitam ali, e acabará sendo “picada” pelo veneno do engano.
E a fortaleza? Será que não é seguro e inteligente construir uma fortaleza, uma torre de vigia para estar segura quando os inimigos vierem me atacar?
Veja só, para mim e para você que tem um “título”, uma “posição”, pode até se sentir protegida e privilegiada, pois existe uma aparente proteção, uma redoma que faz você se sentir segura, inatingível. Pode até viver por um tempo nesta falsa sensação de bem estar, vivendo nesta fortaleza, mas será tão escrava e tão covarde quanto os demais, pois não ataca, não persegue seus inimigos.
Para os que estão vivos, e querem permanecer assim, vale o refrão de quem é independente: “ A melhor defesa é o ataque”.
Você e eu já conhecemos pessoas que gostam bajular a outros, para saírem ganhando algo delas.
E uma vez que somos pegos, parece que não podemos ser nós mesmos, porque ela foi “tão agradável”, que saímos perdendo, ou sendo o mau da história
O sentimento não lhe capacita ser guerreira. É capaz de ser compassível, e esconder a sua própria identidade. Com isso, ilude aos que estão a sua volta, e a si mesma.
A sentimental, ela não pensa. Ela finge conquistar, pela maneira mais fácil, iludindo. Ela não é capaz de reconhecer, porque isso é uma faca para si mesma.
O exemplo disso, é que ela tenta resolver os problemas em que ela já esteve envolvida, com a outra, requerendo construir a sua reputação. Não reconhecendo seu próprio erro.
É mais fácil camuflar do que reconhecer. É a maneira “agradável”, e sem luta.
Essa pessoa é uma verdadeira pobre, porque não assume quem é.
Revoltada.


